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Câmara de Aguiar da Beira homenageia o Padre José Augusto da Fonseca


 Câmara de Aguiar da Beira homenageia o Padre José Augusto da Fonseca  
A Câmara Municipal de Aguiar da Beira vai inaugurar um monumento em homenagem ao reverendo padre José Augusto da Fonseca.
A cerimónia está marcada para o próximo dia 22 (quinta – feira) – data em que se assinala mais um ano da sua morte -, pelas 15 horas.

PADRE JOSÉ AUGUSTO DA FONSECA

Nasceu a 22 de Março de 1918, na freguesia de Carapito e foi registado a 4 de Abril do mesmo ano.
Natural de uma família humilde de agricultores, filho de Luís da Fonseca e Eduarda Maria Gomes, ficou órfão de mãe aos nove anos. Foi a sua irmã, Maria de S. José, que assumiu o papel de “Mãe”.
Aos sete anos entrou para a Escola Primária e aos onze foi para o Seminário de Viseu, onde revelou faculdades intelectuais brilhantes.
Terminou o curso de teologia aos vinte e dois anos mas, por não ter ainda a idade exigida, só a cinco de Janeiro de 1941 foi ordenado sacerdote por D. José da Cruz Moreira Pinto, na Sé de Viseu.
Foi depois nomeado Pároco de Souto e Valverde e, em Janeiro de 1946, da Paróquia de Aguiar da Beira e de Coruche, acumulando então as funções de Arcipreste.
É precisamente em Aguiar da Beira que a sua acção foi determinante para o desenvolvimento das suas gentes marcando a vida da Vila e do Concelho por um período de 52 anos.
A 22 de Setembro de 1991 celebrou as bodas de ouro sacerdotais, sendo homenageado por todos os que com ele conviveram, familiares, amigos e ex-alunos.
Faleceu há 16 anos, a 22 de Janeiro de 1993.

Descrição do autor: Monumento ao Padre José Augusto da Fonseca

O que me levou a criar esta obra, tal como se apresenta, feita de betão, aço, bronze, granito, azulejo e efeitos de água e luz, foi, sem dúvida, a admiração e o respeito pela vida e obra de padre José Augusto da Fonseca.
Neste monumento, e sob o busto sólido em bronze do homenageado, há um conjunto de duas meias luas em granito, que assentam em três circunferências, também em granito, de diâmetro sucessivamente maiores que têm a ver com a dinâmica crescente que ele foi dando à sua vida em prol de bem-estar de outros.
Na parte frontal, existe um espaço de água que representa simbolicamente a vida em toda a sua grandeza e plenitude.
O monumento apresenta, na parte posterior, um conjunto de duas formas de betão armado que representa duas mãos erguidas para o infinito numa prece constante. Entre as mãos podemos ver uma esfera de aço simbolizando o mundo, mundo este, que estava sempre presente nas suas preocupações diárias. Atravessando a esfera, existe um raio, como de um raio de luz se tratasse, que nos leva até ao Criador!
As partes laterais, em aço inoxidável, representam os caminhos tortuosos da viva, que pela sua bondade e sabedoria se tornaram linhas rectas, na condução do seu povo.
Paneis de Azulejo representando cenas da sua vida real, completam este monumento.
O autor,
Fernando Pedro

Fonte: Município de Aguiar da Beira

 


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